Falta de maturidade das PMEs em cibersegurança representa risco ao mercado como um todo

Apesar dos avanços na conscientização sobre a importância da cibersegurança, a falta de maturidade das pequenas e médias empresas nesse ponto ainda compõem um risco ao ecossistema do mercado brasileiro.

Em conversa durante o Futurecom 2018, Tácito Augusto Silva Leite, country manager Brazil da Lidera, explicou que, enquanto as grandes corporações já entendem a importância da segurança de rede para a saúde de seu negócio, as PMEs não têm o mesmo nível de compreensão e nem os recursos financeiros necessário para investir nessas frentes de defesa.

“O problema é as pequenas prestam serviços para as grandes, o que as tornam muitas vezes conectadas tecnologicamente e, potencialmente, um uma brecha na segurança”, conta.

Esse problema se agrava quando consideramos a “corrida armamentista” entre os cibercriminosos e as potenciais vítimas.

“Os criminosos digitais se aproveitam do que há de mais moderno para cometer seus delitos. Isso envolve inteligência artificial (IA), machine learning, entre outras ferramentas mais modernas. Ou seja: tudo aquilo que o empresário começa hoje a implantar, o cibercriminoso já está aplicando. Até porque, para ele, é extremamente rentável escalar esse arsenal ”, alerta.

Para virar esse jogo, Tácito Leite entende que os empresários precisam mudar sua visão sobre cibersegurança. “As empresas não utilizam o que há mais de moderno no que se refere a cibersegurança. Já o cibercriminoso, sim”, afirma.

Nesse aspecto, a proposta de valor da Lidera é apresentar ferramentas para garantir o compasso nessa queda de braço. “Apresentamos soluções disruptivas, escaláveis, e que se aproveitam do que há de mais inovador para proteger as empresas”, evidencia.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *